Exercício físico: como encaixar na agenda de mãe?

/ fevereiro 21, 2018

Exercício físico. Desportivar. Ginásio. Devem ser aquelas expressões que mais queremos introduzir na nossa rotina depois de sermos mães e, provavelmente, das que temos mais dificuldade.

O belo algoritmo do Facebook está feito para, de tempos a tempos, nos recordar de publicações que partilhamos no passado. Por estes dias, o Facebook lembrou-me desta foto que partilho agora convosco e que tirei há três anos, em 2015, o ano em que fiquei grávida. Por essa altura, era uma corredora regular. Chegava a treinar umas cinco vezes por semana, quando participava em corridas o fim-de-semana. Para quem não sabe, sou quem assina como Fiona no blog Corre mais rápido!. Comecei a correr com mais frequência em 2008 e fiquei fã! Desde essa altura e até 2015, altura em ir parei por causa da gravidez, fiz um sem número de corridas de 10km, mais algumas meias maratonas em estradas, mais umas de trail e cheguei a começar a treinar para a maratona de Sevilha, em que não pude participar por lesão. Correr é, juntamente com a natação, o desporto em que me sinto "em casa" e que maior prazer me dá depois de terminar o meu treino. Nem imaginam o sentimento de ressaca que sinto nos últimos tempos...

Depois de ter sido mãe, apenas devo ter corrido umas três vezes. Participei na última corrida da Volkswagen mas estou muito longe ainda do ritmo de outrora. Que saudades tenho eu das corridas matinais, antes de começar a trabalhar. A energia que ganhava para o dia que tinha por diante era qualquer coisa de inexplicável e que sabia tão bem.

Sermos mães muda-nos a agenda e a mentalidade perante as coisas. Confesso que, mesmo tentando ser o mais organizada possível, ainda não consegui encaixar na minha agenda o regresso à corrida. E preciso tanto disso até porque ainda estão por perder alguns quilinhos para regressar à forma de antigamente... Ou pelo menos perto dela!

Acho que o truque passa por criar o meu plano de treino, step by step, para voltar a ter os meus happy feet de regresso às corridas. Ao mesmo tempo, sinto também que preciso de uma reeducação alimentar. Sinto que me falta aqui qualquer coisa que me permita ter toda a energia de que necessita, tanto a nível físico como mental, com o final do doutoramento tão próximo...

E convosco como sentem que é? Conseguem encaixar uma corrida ou uma ida ao ginásio na vossa agenda? Quais são os vossos truques? Ajudem aqui a Happy Mom descomplicada para ela voltar à estrada como antigamente...

Exercício físico. Desportivar. Ginásio. Devem ser aquelas expressões que mais queremos introduzir na nossa rotina depois de sermos mães e, provavelmente, das que temos mais dificuldade.

O belo algoritmo do Facebook está feito para, de tempos a tempos, nos recordar de publicações que partilhamos no passado. Por estes dias, o Facebook lembrou-me desta foto que partilho agora convosco e que tirei há três anos, em 2015, o ano em que fiquei grávida. Por essa altura, era uma corredora regular. Chegava a treinar umas cinco vezes por semana, quando participava em corridas o fim-de-semana. Para quem não sabe, sou quem assina como Fiona no blog Corre mais rápido!. Comecei a correr com mais frequência em 2008 e fiquei fã! Desde essa altura e até 2015, altura em ir parei por causa da gravidez, fiz um sem número de corridas de 10km, mais algumas meias maratonas em estradas, mais umas de trail e cheguei a começar a treinar para a maratona de Sevilha, em que não pude participar por lesão. Correr é, juntamente com a natação, o desporto em que me sinto "em casa" e que maior prazer me dá depois de terminar o meu treino. Nem imaginam o sentimento de ressaca que sinto nos últimos tempos...

Depois de ter sido mãe, apenas devo ter corrido umas três vezes. Participei na última corrida da Volkswagen mas estou muito longe ainda do ritmo de outrora. Que saudades tenho eu das corridas matinais, antes de começar a trabalhar. A energia que ganhava para o dia que tinha por diante era qualquer coisa de inexplicável e que sabia tão bem.

Sermos mães muda-nos a agenda e a mentalidade perante as coisas. Confesso que, mesmo tentando ser o mais organizada possível, ainda não consegui encaixar na minha agenda o regresso à corrida. E preciso tanto disso até porque ainda estão por perder alguns quilinhos para regressar à forma de antigamente... Ou pelo menos perto dela!

Acho que o truque passa por criar o meu plano de treino, step by step, para voltar a ter os meus happy feet de regresso às corridas. Ao mesmo tempo, sinto também que preciso de uma reeducação alimentar. Sinto que me falta aqui qualquer coisa que me permita ter toda a energia de que necessita, tanto a nível físico como mental, com o final do doutoramento tão próximo...

E convosco como sentem que é? Conseguem encaixar uma corrida ou uma ida ao ginásio na vossa agenda? Quais são os vossos truques? Ajudem aqui a Happy Mom descomplicada para ela voltar à estrada como antigamente...

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Como já devem ter-se dado conta ao acompanhar o meu blog, tento sempre encontrar as melhores fontes para os assuntos relacionados com a maternidade e a parentalidade. Sou uma permanente curiosa sobre diferentes temas e, quando não sei tanto assim sobre um assunto para me sentir confortável para escrever, costumo pedir ajuda a quem sabe mais do que eu para vos poder oferecer os melhores posts possíveis nos mais diversos assuntos. Assim nasce a rubrica "Psicologia para o meu filho" no blog Happy Mom descomplicada. A partir de hoje, e numa colaboração com a Patrícia, psicóloga no consultório Completamente, passaremos a ter textos sobre o desenvolvimento dos mais pequenos, escritos por quem mais está à vontade para escrever sobre estas questões.  
Sobre o consultório Completamente - Saúde & Educação

O consultório Completamente – Saúde & Educação existe desde 2013 e conta com uma equipa multidisciplinar bastante experiente, que intervém em contexto privado e social. Intervimos nas áreas da Psicologia ClínicaPsicoterapiaPsicologia EducacionalPsicomotricidadeTerapia da FalaTerapia de CasalTerapia Familiar e Orientação Vocacional.
Trabalhamos em várias valências, nomeadamente, intervenção precoce, crianças em idade escolar, adolescentes e adultos. Fazemos acompanhamento a nível individual, em casais, e a nível familiar.
Estamos localizados em Almada (Laranjeiro) e atuamos também nos estabelecimentos de ensino nos distritos de Setúbal e de Lisboa. 


RELACIONAMENTO ENTRE PAIS E FILHOS

A importância de um bom relacionamento entre pais e filhos é a base de todo o desenvolvimento emocional da criança. Isto é verdadeiramente importante. Aliás, é a base para todas as crianças. O seu futuro depende disso.  
A relação começa quando o bebé ainda está na barriga da mãe e prossegue diariamente até à idade adulta. A relação constrói-se todos os dias, sem perfeição, com o objetivo de amar, amparar e cuidar.  
Os pais devem estar disponíveis para a relação, devem brincar (muito) com os filhos, ouvi-los e rir com eles. Devem ter o direito a despender tempo com os seus filhos e aproveitar muito esta relação.
Crianças com boas relações com os pais, com uma boa vinculação, são crianças mais felizes e com mais competências em várias áreas.

Caso tenham algum tema mais específico que gostassem de ver abordado nesta rubrica, sintam-se à vontade para me contactar que tentarei que seja abordado neste espaço.








Não sei como é convosco mas, por aqui, cozinhar e em particular fazer bolos, tem assim aquele efeito mágico e calmante... Desde que não se deixe queimar o bolo no forno! 

Adiante! Há uns tempos tinha comprado no Celeiro uma farinha de castanha para experimentar fazer algo de diferente e ainda não me tinha aventurado. Numa semana que foi dedicada a fazer mais uma apresentação do doutoramento, precisava de cozinhar qualquer coisa para me ajudar a espairecer e assim chegou a altura certa de experimentar a farinha de castanha que andava por ali perdida no armário. E a receita escolhida foi esta que aqui convosco partilho hoje: bolo de castanha e maçã. Espero que gostem! (por aqui o marido adorou e já devorou metade!!!)



BOLO DE CASTANHA E MAÇÃ

Ingredientes: 100 gramas de manteiga amolecida, 3 ovos médios, 150 gramas de açúcar, 175 gramas de farinha de castanha, 1 colher de chá de fermento, 3 maçãs, 2 colheres de sopa de mel.

Preparação:
Ligue o forno a 180ºC.
Unte uma forma, forre com papel vegetal e volte a untar - aqui esta parte não fiz assim, coloquei apenas o papel vegetal sem untar a forma e resulta sempre bem.
Bata a manteiga com o açúcar até obter um creme fofo e esbranquiçado.
Adicione os ovos, um a um, batendo entre cada adição.
Adicione a farinha de castanha e o fermento, previamente peneirados e misture bem.
Coloque a massa na forma. Descasque as maçãs e corte-as em gomos. Disponha-as por cima da massa.
Leve ao forno durante cerca de 40 minutos. Faça o teste do palito mas retire o bolo do forno ligeiramente húmido. Aqueça o mel e pincele o bolo depois de desenformado e ainda morno.


Ilustração personalizada do meu amor pela Rita Duque - Asas de peixe

Celebrar o amor. Hoje. Amanhã e sempre! Vá... Digam-me que deixei passar o dia dos namorados e não escrevi nada sobre o assunto no dia em que o mundo inteiro divagou sobre esta palavra de quatro letras que tanta tinta faz escorrer no dia 14 de Fevereiro e todos os dias. Não, não estou enganada no dia do calendário. Apenas quis dedicar o dia de ontem a isso mesmo: ao amor e às pessoas que me enchem o coração todos os dias desde que acordo até que me deito. 

O que é isso do amor? Podemos olhar para ele dos mais diversos prismas e acabamos sempre por ficar com dúvidas sobre o que ele é realmente. Partilhei hoje, na página do Facebook, um texto interessante sobre a Química do Amor publica por Saúde para todos. Num subtítulo sugestivo, pode ler-se que "dopamina, norepinefrina, serotonina... Somos uma fábrica de drogas naturais quando nos apaixonamos". Do ponto de vista científico, o amor é isto: o cocktail mais refinado de moléculas orgânicas que são responsáveis pelo nosso coração que bate acelerado, pelas borboletas na nossa barriga e pela vontade constante de estarmos com a nossa cara metade. Tudo é química na nossa vida e o amor não é excepção...

Mas o que é mesmo o amor? Aquele responsável por escolhermos uma pessoa para ficar ao nosso lado para sempre? Para ser a pessoa que vai aturar as nossas manhãs mais difíceis e o nosso acordar mais mal disposto? O que será isto que nos faz percorrer os quilómetros que forem precisos para estarmos com a pessoa que nos faz corar e perder o jeito quando menos se espera? 

O meu amor é assim... Feito de partilha. De gratidão por ter tido a sorte de me ter cruzado com este homem que é o pai do meu filhote. Sou uma sortuda por ter ao lado alguém que, mesmo acordando com menos energia do que eu, consegue ter paciência para aturar a minha energia mesmo de madrugada! Sou uma sortuda por ter alguém que consegue lidar com a minha mania da organização e de, em determinados momentos, ter quase um espírito obsessivo-compulsivo de querer tudo de determinada forma... Sou uma sortuda por ter uma pessoa que me percebe apenas com um olhar e que acredita nos meus sonhos e naquilo que eu quero fazer, às vezes até mais do que eu. Sou uma felizarda de ter um homem ao lado que me conseguiu tornar mais descomplicada na aventura da maternidade e que me conseguiu fazer crescer e muito desde que fomos pais.  Sou uma felizarda por poder amar uma pessoa que me ama de igual forma... É tão bom ser assim correspondida e poder regressar, todos os dias, a este olhar que me apaixona desde o primeiro dia...

Sou feliz... E esta é a forma como vejo o amor... Ontem, hoje e todos os dias sem imposições de calendário!



O que é isso do amor?

by on fevereiro 15, 2018
Ilustração personalizada do meu amor pela Rita Duque - Asas de peixe Celebrar o amor. Hoje. Amanhã e sempre! Vá... Digam-me que dei...
Quem lê sobre Montessori em Portugal e tem interesse sobre esta pedagogia, já ouviu falar sobre a Associação Portuguesa Montessori (Facebook, página oficial). Para quem ainda não ouviu falar ou está agora a iniciar-se neste tema, sugiro-vos a leitura sobre esta metodologia na página da Associação Portuguesa Montessori. A Associação Portuguesa Montessori tem vindo a tornar-se cada vez mais ativa e pretende chegar a cada vez mais pessoas, mostrando que Montessori não tem de ser apenas para elites e para escolas de mensalidades exorbitantes. A Associação pretende mostrar que Montessori pode ser vivido de forma descomplicada, em nossas casas e todos os dias, promovendo a autonomia das nossas crianças com diferentes actividades que podemos fazer em nossas casas sem grandes problemas. Podem ver alguns exemplos no álbum que tenho no Pinterest sobre actividades Montessori.

Mas conhecer Montessori um pouco mais fundo, passa também por aprender um pouco mais sobre esta pedagogia e isso pode ser possível já no próximo mês de Março em Lisboa. Com organização da Associação Portuguesa Montessori, vai decorrer, de 5 a 17 de Março, o curso de assistente Montessori 0-3 anos (detalhes do evento aqui). Trata-se de uma formação certificada pela Associação Montessori Internacional (site da AMI). Mas afinal o que é ser assistente Montessori? Há uns tempos, convidei quem escreve no Jardim da Descoberta para partilhar connosco um post sobre ser assistente Montessori. Especificamente sobre o curso que vai decorrer em Março, aqui fica alguma informação para vos despertar ainda mais o interesse. As inscrições ainda estão abertas, não percam a oportunidade de ficar a conhecer um pouco mais de Montessori.

A quem se dirige um Curso de Assistente Montessori – 0 a 3 anos?
Um curso que se dirige a todos aqueles que partilham do desejo profundo de aprender mais sobre as Crianças, de uma prespectiva que lhes permita, desde o nascimento, criar as condições para que se desenvolvam bem, confiantes, seguros, independentes, livres para serem quem são e para saberem para onde vão, felizes.

Aos educadores que querem introduzir mudanças em casa, mas também a todos aqueles que desejam um dia poder integrar uma Escola Montessori em qualquer parte do mundo, ou introduzir mudanças mais imediatas na actual escola ou centro, possível através do conhecimento do Método e dos Princípios que o sustentam. 
É um curso que se dirige a todos nós, a q
uem Maria Montessori tocou o coração, pela incrível forma como observou as Crianças, com um amor e respeito tão profundos que a fez chegar, descobrir, a sua verdadeira natureza, compreender as suas acções e reacções, e traçar um Método com princípios claros e objectivos, que vai precisamente de encontro a essa natureza, a esses interesses em cada momento. Um método que funciona, por reflectir precisa e minuciosamente a forma como o cérebro funciona e se desenvolve.
Maria Montessori nunca se cansou de sublinhar a importância dos primeiros três anos de vida da Criança na formação da sua personalidade. Trata-se de um verdadeiro milagre a forma e a rapidez com que a Criança absorve o mundo que a rodeia, e partir daqui cria a partir do zero aquele que será o seu mundo para o resto da sua vida, e, na verdade, para a vida da Humanidade.
E a nossa responsabilidade é imensa.

É difícil por vezes não nos perdermos na imensidão de conteúdos, de partilhas, de artigos, de imagens e de ideias que surgem diante de nós, sem conseguir encontrar um fio condutor ou uma objectividade que nos faça introduzir reais mudanças nos ambientes onde lidamos com as Crianças. Seja em casa, numa escola, num ATL, mas sobretudo no mundo apressado em que vivemos onde é difícil responder a todas as exigências de uma vida moderna, por mais que seja grande a vontade de o fazer.

Este Curso dirige-se então a todos aqueles para quem conhecer e aprender mais sobre a natureza destes pequenos incríveis seres é sinónimo de oferecer um ambiente e oportunidades que respeitem e vão de encontro àquilo que a vida lhes pede e impele em cada momento, àquilo que é único em cada uma e que irá desabrochar, um dia, num adulto independente, competente e consciente dos seus interesses e do seu papel na comunidade e na contribuição para um mundo mais pacífico. Uma educação para a Paz.

São duas semanas de curso intensivo, e quem o fez garante que algo muda profundamente na forma como passam a observar os mais pequenos.

Há uma organização de ideias, de pensamentos, de conhecimentos. É o conseguir fazer e aplicar sem ter de procurar muito, pelo facto de o conhecimento passar a fazer parte da consciência, uma compreensão que faz tudo ter mais sentido, uma capacidade e flexibilidade para pensar e aplicar informações que apenas pode ser alcançável através de um estudo aprofundado deste Método, através de um curso desta intensidade.

Ouvir a voz da experiência e do profundo amor por Montessori e pelo seu método na pessoa da Formadora Dora Vidales, fazer materiais, estudar verdadeiramente, pesquisar, escrever trabalhos, partilhar ideias e conhecimentos, durante duas semanas de foco, atenção e profunda dedicação. É uma “transformação” que acontece, garante quem o fez.

O Programa do Curso:

I. Introdução a Montessori;
II. O papel do Guia;
III. O papel do Assistente;
IV. Os Planos de Desenvolvimento;
V. A Mente da Criança dos 0 aos 6 anos (Períodos Sensíveis e o poder da Mente Absorvente, sobretudo da Inconsciente que decorre dos 0 aos 3 anos);
VI. Ordem: a importância da Ordem e da Precisão, com ênfase no papel que a Ordem tem no desenvolvimento da personalidade;
VII. Movimento dos 0 aos 3: desenvolvimento do Movimento e a sua importância para a Criança;
VIII. Linguagem: desenvolvimento da linguagem e dos seguintes aspectos:
a) Adulto preparado;
b) Uso da linguagem no geral;
c) Vocabulário correcto, preciso, rico e cientificamente exacto;
d) Como ouvir a Criança;
e) Como promover a linguagem;
f) A lição dos três períodos;
g) Independência: desenvolvimento da Independência e dos seus diversos níveis: físico, mental, emocional e espiritual, e condições para a independência;
h) Ambiente Preparado: Casa e Ninho, Comunidade Infantil (o físico e o intangível);
i) Liberdade e Disciplina: compreender o conceito de Liberdade do ponto de vista Montessori e o desenvolvimento interno da Disciplina desde o nascimento aos três anos;
j) Observação e a sua importância (técnica e registo);
k) Música e Arte;
l) Manutenção do Ambiente (no interior e no exterior);
m) Treino de casa de banho.

A todos os pais, educadores de infância, profissionais da área da educação, e a todos aqueles que lidam com os mais pequenos diariamente, e a quem é familiar a sensação de um coração a derreter pela magia, pela inocência e pela pureza de cada acto e de cada gesto que reluz destes incríveis seres em cada momento. A quem é familiar a sensação de querer dar o melhor de si e do mundo para que cresçam e sejam felizes.

Um curso que certamente irá trazer a sabedoria, a inspiração e a visão que podem verdadeiramente tornar a tarefa dos pais e dos educadores mais fácil, fluida e alegre.
Durante o fim-de-semana, partilhei uma dica quanto à hidratação das mãos utilizando um creme de bebé. Recordam-se desta publicação?


E seguindo o mote deste blog, viver uma maternidade descomplicada, surgiu-me a ideia de escrever um post em que partilho algumas dicas de produtos para bebé que podemos também nós próprias usarmos. Assim, descomplicamos a quantidade de frascos de produtos na casa-de-banho lá de casa, poupamos um pouco e acabamos com a nossa pela hidratada na mesma. Vamos lá?

Sabem o que resulta bastante bem comigo quando a minha pele anda assim mais "aflita" e parece que não suporta nenhum dos cremes que compro para mim? Pois é, regresso alguns (bons) anos atrás no tempo, quando era ainda bebé e era esta a marca que a minha mãe tinha escolhido para mim, e uso o Hydra Bebé da Mustela.


Descobri, por acaso, que este hidratante de bebé funcionava bem comigo e regresso sempre a ele quando preciso de acalmar um pouco a minha pele. Quase que serve como desintoxicação dos cremes de adulto, com aromas mais doces e mais complexos. Costumo usá-lo vários períodos por ano, intercalando com aqueles produtos de cuidados mais específicos, próprios de peles adultas e com necessidades de cuidados mais especiais e direccionados.

Ainda da Mustela, e este aqui recomendo-o em especial quando estiverem longos períodos ao ar livre, junto ao mar e principalmente no tempo mais frio, sugiro-vos também a utilização do Hydra stick da Mustela nos vossos lábios.


Atenção, mamãs mais fashion: se procuram um brilho glamoroso nos vossos lábios, este aqui não é definitivamente para vocês. Mas se fazem muito desporto ao ar livre, durante todo o ano, este vai ser o vosso amigo ideal para hidratarem os vossos lábios antes de saírem de casa. Comigo tem funcionado, particularmente junto ao mar. Aconselho!

Se procuram uma opção que dê para hidratar a pela de toda a família neste tempo frio, a vossa opção será mesmo este Xémose da Uriage


Como costumo dizer, este aqui é um daqueles hidratantes que dá uma bela dose extra de hidratação à pele, pode ser usado em peles com irritações e em peles atópicas, e um frasco pode ser usado por todos os membros da família. Estão a ver o espaço que ganham em arrumação na vossa casa-de-banho?

Quanto a opções que podem ser encontradas em supermercado, são vários os produtos de bebé que podem ser usados por vocês... Querem ver?

Sabem quando fazem a depilação e ficam com a pele ligeiramente irritada e a precisar de acalmar? Podem usar uma qualquer água termal em spray (têm de diferentes marcas como Avéne, Vichy, La Roche Posay ou Uriage, que podem encontrar em qualquer parafarmácia, ou da Evian, à venda em supermercados) - e esta água também é muito boa a refrescar a pele dos vossos filhotes. No verão, digo-vos que faz maravilhas nos passeios ao ar livre! Podem também optar por hidratar a pele com óleo de bebé, por exemplo o da Corine de Farme. Basta aplicar após o banho e limpar depois e vão ficar com a vossa pele hidrata e muito suave durante muito mais tempo! 

Uma marca que tem vindo a ser usada cada vez menos nos bebés é a Johnson's Baby mas sabiam que têm aqui produtos que podem usar na vossa rotina? Um hidratante desta marca que gosto bastante de usar em mim é o creme corporal de folha de oliveira. Dá um toque bastante acetinado à vossa pela e deixa um brilho muito bonito em especial no verão. Depois, para quem se maquilha com frequência, sabe que a saúde dos pincéis é fundamental para que a maquilhagem resulte bastante bem e para que resíduos indesejados não provoquem problemas na nossa pele. E sabem o que uso para uma limpeza mais a fundo dos meus pincéis? Algo tão simples como o shampoo Johnson's Baby suave!  Limpa a fundo e deixa as cerdas dos pincéis hidratadas... Sabiam? Ainda para mim e para a hora do banho, para aquelas épocas de maior stress, sabiam que um banho à noite com o Johnson's gel de banho Bons Sonhos ajuda a ter uma noite mais relaxada?

Estas são apenas algumas sugestões de produtos que resultam bem nas crianças e em nós. E vocês? Que sugestões de produtos têm para partilhar?

Tenham um excelente dia em modo #maternidadeapassodecaracol!


Ir às compras ao supermercado.  Aquele momento que antes parecia tão fácil, mesmo em fim-de-semana de grandes promoções, e que depois de sermos mães se torna uma verdadeira aventura! E a aventura ainda se torna maior quando o nosso bebé é pequeno e precisamos de ir sozinhas às compras. Bem me lembro da primeira ida às compras sozinha com o meu filhote: carrinho de bebé e compras para a casa são coisa que não combinam. Empurrar dois carros é coisa impossível e se colocamos o ovo dentro do carro do supermercado, para além de poder não ser seguro, rouba logo imenso espaço para colocarmos tudo aquilo de que necessitamos. Podemos também optar pelo babywearing, uma excelente opção que recomendo a todas as mães. Por aqui funcionou muito bem mas sei que nem todas as mães se adaptam às mochilas ergonómicas...

Vá, podem dizer-me que, hoje em dia, as compras online estão mais do que difundidas para todas as áreas comerciais e só vai à loja quem quer mas eu aqui me confesso: gosto das idas às compras e gosto de ser eu a escolher os frescos que quero trazer. Se já descomplico a maior parte das compras que faço utilizando os recursos online, as compras do supermercado ainda são feitas à moda antiga!

A pensar em ajudar-vos nesta tarefa, partilho convosco um projecto de uma mãe empreendedora, a Léa Gonçalves, que criou a marca Jasmim (página do Facebook). Uma mãe que também tinha dificuldades nas idas às compras e que criou dois produtos inovadores para facilitarem as nossas idas às compras. Os dois produtos são o Jammack, apropriado para crianças mais pequenas, e o Mimihug, para as crianças que já se conseguem sentar sozinhas. Ambos os produtos têm certificação de qualidade e segurança segundo o Relatório Técnico CEN/TR 13387 –  Child use and care articles – General safety guidelines do Comité Europeu de Normalização (CEN).

Como gosto de apoiar e divulgar projectos que podem tornar a nossa aventura da maternidade mais descomplicada, preparei, juntamente com a Léa da Jasmim, um miminho para todos os leitores aqui da Happy Mom descomplicada



Se utilizarem o código que está aqui na imagem em todas as compras no Facebook da Jasmim podem usufruir de 10% de desconto nas vossas compras. Vamos tornar as idas às compras mais descomplicadas?

Facebook da Jasmin: https://www.facebook.com/Jasmilin/



Organizar. Organizar. Organizar. Esta é aquela palavra que está presente em todos os momentos do meu dia para conseguir fazer tudo aquilo a que me proponho a cada 24 horas. Quando se tem uma família e um baby boy de quase 21 meses, se trabalha e estuda (como já escrevi aqui e também neste post sobre ser mãe equilibrista), ter checklists para tudo e a procura por soluções que permitam ter tudo organizado é quase uma constante dos meus dias. Vá... Podem concordar com o meu marido quanto a eu ser um pouco obsessivo-compulsiva, viciada em planners e caderninhos e sempre em busca de novos blogs sobre organização (partilhei convosco este post com os meus preferidos). Mas, ao mesmo tempo, tento também simplificar o meu dia-a-dia e as coisas do baby boy não são excepção.

Para quem tem filhos na escola, todos sabemos que ter as coisinhas deles bem identificadas é essencial quando se está a organizar a mochila ou no início do ano escolar. O meu filhote está ainda no infantário, pelo que as necessidades de identificar material passam pela identificação das roupas, dos artigos de higiene, das caixinhas do lanche e da lancheira. E o maior desafio era mesmo conseguir encontrar soluções para a identificação do calçado. Pesquisei, pesquisei, pesquisei e acabei por descobrir a Tiketa.pt (Facebook, página na Internet) onde encontrei uns kits bem engraçados, personalizáveis e com as belas etiquetas para identificar o calçado! Optei pelo kit "Regresso às aulas - pré-escolar" que tem etiquetas termoaderentes de dois tamanhos, etiquetas para identificar as caixinhas do lanche, etiquetas para calçados e dois porta-chaves para a mochila e a lancheira. É claro que etiquetas assim são de fazer as delícias de qualquer mãe viciada em organização... Mas se há que ser organizada ao menos que seja com estilo e por cá, as etiquetas fizeram as delícias do baby boy que adora aviões e comboios! 


Parte que adorei: toda a explicação bem detalhada de como aplicar as etiquetas!

E por aí? Como identificam o material que os vossos filhotes levam para a escola?
Este fim-de-semana, partilhei no Facebook e no Instagram, uma foto de uma actividade com o meu filhote e um puzzle da Small Foot - Legler e houve quem me perguntasse onde o tinha adquirido. Este puzzle foi uma simpática oferta da Speech in Love.

A Speech in Love (Facebook, Site) (podem descobrir um pouco mais sobre a Speech in Love aqui), tem uma oferta bastante alargada de brinquedos vocacionados para o desenvolvimento de diferentes áreas das nossas crianças (Cognição, Linguagem, Motor, Sensorial e Montessori). Como gosto de partilhar convosco as boas descobertas que vou fazendo, lembrei-me de vos mostrar a minha lista de produtos preferidos, um de cada uma das categorias, para que também vocês possam fazer actividades engraçadas com os vossos filhotes em vossas casas, optando por brinquedos diferentes. E aqui fica a minha lista de favoritos Speech in Love. Espero que gostem!
Puzzle numérico da Melissa and Doug, em madeira e até 20, específico para o desenvolvimento da cognição, linguagem e motor


Puzzle magnético com as profissões da Koala Dream, para desenvolvimento da cognição e da linguagem


Casa em madeira com fechaduras da Small Foot, para desenvolvimento da cognição e motricidade
Puzzle musical da Melissa and Doug, para desenvolvimento das componentes sensorial, cognição e linguagem


Puzzle mapa mundo em madeira da Small Foot, para desenvolvimento das componentes de cognição, motor e de linguagem

Cada dia um de um novo mês tem o sabor doce de novas perspectivas no horizonte, de novos objectivos e de novas páginas de um livro para serem escritas. Para alguém, como eu, que gosta de planear e de rever os seus objectivos e as suas metas de tempos a tempos, o primeiro dia de cada mês parece a melhor altura para o fazer.

Este novo dia um assemelha-se a um areal pronto a ser pisado pelos nossos pés, pronto a ficar com as nossas marcas até que uma nova onda as apague e deixe um novo areal pronto a ser descoberto, palmilhado na direcção do horizonte.

Gosto do primeiro dia de todos os meses. Como gosto dos seguintes. E também dos últimos dias que têm o sabor de concretização e de planos que consegui concluir. É verdade que nem todos se concretizam sempre mas não é por isso que os últimos dias devem ter um sabor mais amargo. Olhem para eles da perspectiva do copo meio cheio... Porque um novo primeiro dia do mês chegará, de baterias carregadas, pronto para nos permitir sonhar de novo e caminhar num novo areal de desejos e de planos para concretizar!

Feliz primeiro dia de Fevereiro, minha "aldeia"!
Há já algum tempo que ando para escrever este post... Acho que passar a quem me lê algumas dicas e partilhar aquilo que funcionou comigo na gravidez é o verdadeiro motivo da existência deste blog e o motivo pelo qual gosto de escrever por aqui e partilhar boas descobertas convosco no Facebook, no Pinterest ou no Instagram da Happy Mom descomplicada. Se existe coisa que sinto que as mulheres deveriam fazer mais era partilharem sem crítica, sem meias palavras ou sem sentimento de superioridade. A aventura da maternidade e da parentalidade merece ser vivida sem palavras que doem e marcam nos momentos em que nos sentimos mais frágeis. E por isso gosto de escrever desta forma, quase como se estivéssemos numa roda de conversa, em que todas as palavras são possíveis sem recriminações.

E hoje escrevo-vos sobre opções saudáveis, antes, durante e depois da gravidez e sobre uma condição que afecta muitas grávidas e que vivi de perto na minha gravidez: a diabetes gestacional. Antes de continuar a escrever, quero dizer-vos que não sou profissional de saúde e não pretendo tão pouco escrever um post técnico. Quero apenas partilhar convosco um pouco do processo por que passei pois acho que vos pode ser útil e ajudar a diminuir um pouco a ansiedade... Já tinha escrito por aqui sobre este assunto, quando partilhei convosco como as picadas diárias para medição da glicémia passaram a fazer parte da minha rotina ainda durante o primeiro trimestre de gravidez.

As recomendações médicas mais recentes, na área da Endocrinologia, indicam que um valor de glicémia em jejum igual ou superior a 92 é indicativo de uma possível diabetes gestacional. Tive esse valor nas análises clínicas que fiz no primeiro trimestre e fui logo encaminhada para Endocrinologia para acompanhamento da situação. Para quem não sabe, habitualmente apenas é diagnosticada a diabetes gestacional no segundo trimestre de gravidez, através da Prova de Tolerância Oral à Glicose (PTOG) - a famosa análise do frasco com o líquido extremamente doce e que tanto custa fazer a tantas grávidas. Eu não cheguei a fazer essa análise pois, ao ser encaminhada para a Endocrinologia, e iniciar a monitorização da glicémia por picadas diárias em jejum e após as refeições, verificou-se que os valores eram de facto acima do desejado e já não se justifica realizar esse exame. Acabei por ter de o fazer no pós-parto, no período do puerpério (até seis semanas após o parto), para reclassificação: ou seja, verificar se teria ficado com diabetes ou não o que, felizmente, não se veio a confirmar. O alerta que ficou é ter de redobrar os cuidados com a alimentação e, numa próxima gravidez, iniciar desde cedo o acompanhamento em Endocrinologia just in case...

O principal conselho que vos deixo é que tenham uma equipa de profissionais de saúde a acompanhar-vos: Ginecologista/obstetra, Endocrinologista e Nutricionista. Para quem não for tão regrado, uma alimentação cuidada e a escolha certa dos alimentos a ingerir e quando é meio caminho andado para ter a diabetes gestacional controlada e não ser necessária a toma de medicação. Depois, não esquecer a prática de exercício físico mesmo durante a gravidez. E não estamos aqui a falar que têm de ser como a Carolina Patrocínio... Nada a ver... Estou a falar mesmo de simples caminhadas todos os dias, principalmente após as refeições principais do almoço e do jantar, para ajudar na metabolização dos açúcares presentes nos alimentos. Estes cuidados resultaram comigo, ajudaram a manter a diabetes gestacional dentro de parâmetros aceitáveis e a não ter de tomar insulina durante a gravidez. Se tive receios em muitos momentos? Tive... Mas fiz por acreditar nos profissionais de saúde que me acompanhavam e fazer-lhes todas as perguntas, mesmo aquelas que pudessem parecer mais parvas ou descabidas. Bem sei que o Dr. Google é um espectáculo e sabe tudo de tudo. Mas nem sempre é o melhor conselheiro quando possamos estar mais ansiosas com a nossa saúde e daqueles que nos são mais queridos...

Deixo-vos também a sugestão de um livro que vos pode ajudar nas fases de pré-concepção, gravidez, pós-parto e nuns primeiros anos de vida dos vossos filhotes. Chama-se "Faço tudo por ti" e é da Mónica Pitta Gros Dias, uma nutricionista (editora Verso de Kapa). É um livro que me parece bastante completo e de leitura descomplicada, como se quer, e com exemplos práticos de planos de refeições que podem ser facilmente seguidos em nossas casas. Fica a sugestão, no meu mote #umlivropordiaem2018. Como sugestão, deixo-vos que abordem este livro junto de quem vos acompanha nesta fase tão importante das vossas vidas para que as vossas opções alimentares sejam validadas pelo profissional de saúde que vos acompanha. E como diz a Filipa Gomes: comam bem e seja felizes!


Escolher a roupa. Aquela tarefa que todas as mães adoram fazer. Os pequenos detalhes. Conjugar cores e as camisolas mais divertidas para os nossos filhotes irem para a escola. No caso das meninas, conjugar os vestidos mais giros com os acessórios para o cabelo parece ser o melhor passatempo que nos surge depois de sermos mães. Mas vai chegar aquele dia em que os nossos bebés vão mostrar que estão a crescer e em que vão querer escolher a sua própria roupa... Numa conjugação nem sempre ortodoxa...

Mas porque não antecipar um pouco esse momento e proporcionarmos nos seus quartos formas de eles poderem aceder à sua roupa mais facilmente? Para quem me acompanha há algum tempo, sabe que gosto bastante da pedagogia Montessori e tudo o que se relaciona com desenvolvermos a autonomia dos nossos filhos desde cedo, permitindo-lhes fazer por eles próprios. Por aqui, já escrevi sobre o livro da Cristina Tébar (blog Montessori en Casa) e a forma como ele mudou a minha forma de encarar a parentalidade. Também já vos mostrei como tenho o WC preparado para o meu filhote poder participar na sua higiene diária, partilhei convosco dicas para os mais pequenos participarem na hora de cozinhar e como podem ter um quarto de inspiração Montessori com produtos da IKEA.

Nem sempre é fácil quebrarmos o cordão umbilical que nos faz querer fazer tudo por eles, mas quanto mais cedo os começarmos a envolver nas pequenas tarefas do dia-a-dia, mais facilitada será a nossa vida no futuro. E como é que podemos fazer isso? Bastam pequenas alterações no nosso dia-a-dia e conseguiremos que eles aprendam a fazer sozinhos (como leituras adicionais sobre Montessori recomendo-vos a página do Facebook de Charlotte Poussin, Apprends-moi a faire seul - com um livro com o mesmo nome, e o blog Mindful Montessori, uma leituras em português de que gosto muito). A alteração que aqui partilho convosco do quarto do meu filhote é a disponibilização das roupas à altura a que ele possa aceder.


No quarto do meu filhote, o roupeiro tem esta parte de colocação de roupa mais baixa, o que facilita o acesso às roupas sem ter de fazer grandes invenções ou alterações no quarto. Claro que não tenho toda a sua roupa disponível neste espaço, mas tento colocar sempre duas ou três peças do mesmo tipo para lhe permitir escolher algo e aceder às suas roupas sem ter de depender de mim. Assim, ele consegue sentir que está a ser envolvido na tarefa de escolher a roupa e de preparar o novo dia e esse sentimento vê-se na felicidade estampada no seu rosto por sentir que está a fazer algo como os adultos. 

Como sei que nem todas as pessoas têm um roupeiro deste tipo, partilho convosco algumas alternativas que tenho no álbum "Quartos Montessori" na minha conta de Pinterest. São opções fáceis de concretizar em casa, que não requerem grande investimento, mas que no futuro trarão os seus frutos com o maior ganho de autonomia dos vossos filhotes. Acreditem que eles conseguem voar... Basta que vocês os deixem abrir as asas e aventurarem-se!


Foto Pinterest


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A ida do nosso filhote para a escola, seja em que idade for, é sempre um momento que nos causa alguma estranheza, incerteza.. E muito frio na barriga a pensar se tudo irá correr bem! A escolha daa primeira escola para aquele pequeno ser que, até então, esteve 24/24 horas por dia connosco gera pequenas (ou grandes) angústias e ficamos sempre com a dúvida se estamos a fazer a opção certa ou não. Será que deveríamos deixar o nosso filho com os avós? Deveríamos procurar uma ama? Escolher uma escola pública ou privada? Sobre cada um destes pontos já escrevi em tempos aqui no blog, quando coloquei a questão sobre ter um bebé ainda na nossa barriga e já termos de estar a pensar na universidade que pode vir a frequentar. É claro que é algo visto de forma exagerada mas não é tão pouco comum assim escolher-se a creche/infantário quando o bebé ainda não nasceu, apenas para conseguirmos vagas naquela escola que queremos e que está no topo da nossa lista de opções. Nem sempre é fácil conseguirmos acertar à primeira... Por vezes é um caminho das pedras mais ou menos longo mas chegaremos ao momento em que sabemos que a escola que escolhemos é a escola do nosso coração, como escrevi aqui sobre a escola do meu filhote.

A adaptação de pais e filhos à nova realidade de estarem separados durante o dia pode fazer das suas... Quanto mais não seja porque é chegado o momento de aparecerem as primeiras viroses ou as primeiras -ites com o infectário a fazer das suas. Eu própria já passei pelo mesmo quando o meu filhote teve a primeira otite depois de entrar para a escola. O infectário é mesmo assim: coloca-nos à prova todos os dias e a adaptação a esta nova rotina da vida de pais e filhos nem sempre é fácil. Mas como quero ajudar-vos a que essa vossa adaptação custe um pouco menos, deixo-vos aqui algumas sugestões do que fiz quando o meu filhote iniciou a escolinha faz já um ano. Espero que vos ajude a tornar essa adaptação mais fácil!

1. Novas rotinas, novos horários, novo local
Até ao momento de irem para a escola, os nossos filhotes estão habituados a um determinado local, aos seus cheiros, cores e horários e devemos ter em conta que, para que a transição na entrada na escola não seja tão abrupta, devemos permitir-lhes ter o seu período de adaptação. Vejam na escola qual é o período que recomendam. Por aqui, tinha inicialmente previsto que a adaptação aos horários da escola fosse feita por um período de uma semana, acordado com a escola e a educadora, mas o meu filhote precisou de menos tempo. Vejam também os horários que a escola costuma ter para os períodos de descanso e de alimentação. Assim, nas semanas anteriores à semana de adaptação, podem começar a ter esses mesmos horários em casa. Fiz isso e reconheço que deve ter sido um dos principais factores que ajudaram a que a adaptação do meu filhote fosse mais fácil.

2. Alimentação
Vejam se a alimentação está ou não incluída na vossa escola e pensem nesta questão com algum cuidado.  Para as mães que amamentam vejam a melhor opção para  vosso filhote continuar a beber o leite materno na escola. Se estiverem apenas a pensar a entrada na escola já depois da alimentação complementar introduzida, vão fazendo uma lista de todos os alimentos que já tiverem introduzido para poderem passar essa informação à educadora nos primeiros dias de escola. Um conselho que vos deixo é para que seja vocês próprios a fazer a introdução dos novos alimentos. Assim conseguem controlar melhor e vão tendo a certeza da fase de introdução alimentar em que estão. Se seguirem a abordagem BLW (baby led weaning sobre a qual podem ler mais no blog Healthy Bites), vejam também na escola como irá ser a rotina da alimentação para que a criança não sinta demasiado a alteração do local onde vai passar a fazer as refeições durante o dia. 

3. Saco, roupa tudo o mais!
Vejam a lista de material que é necessário terem preparada para estar na escola. Principalmente na idade dos mais pequenos, é necessário ter roupas extra prontas a serem substituídas em algum azar. Produtos de higiene é necessário também levar em algumas escolas e vejam o que pode ser pedido extra (roupa de cama, fraldas, brinquedo para dormir, entre outras coisas). Por aqui, temos sempre um saco para a roupa limpa e outro para a roupa suja (feitos personalizados nos Trapinhos da Flor), uma bolsa com artigos de higiene, mudas de roupa, casaco e gorro para as idas ao recreio e uma embalagem de fraldas, para além do biberão para a água e a lancheira que preparo todos os dias com o lanche.

Estas são apenas algumas das minhas dicas... É o que fiz e faço todos os dias para que estas pequenas mãos exploradoras se sintam bem na escolinha do nosso coração!